terça-feira, 6 de março de 2012
Rasberrie - I
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
quinta-feira, 21 de abril de 2011
A Thousand Hours...
Por mais quanto tempo eu posso uivar dentro desse vento?
quarta-feira, 2 de março de 2011
Durma, durma...
Fizemos nossas camas
E agora nós colocamos
Vamos navegar neste barco, para o pôr do sol
O vento sopra do leste
Fizemos nossas camas
E agora nós a bagunçamos novamente...
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
A melhor possibilidade é morrer...
Talvez seja a melhor possibilidade, pois tudo que fizermos de prazeroso e momentâneo nos levará ao pior e irreversível dos desejos: a morte. O prazer e a morte são tudo uma mesma coisa, pois me esgamo e me mato a cada momento que sinto que te quero; e quando tenho, a morte é súbita.
Quebre meus ossos
preste atenção
ame-me
beije-me cowboy
corte seus pulsos
rasgue suas pernas
beije minha boca
beije-me cowboy
olhe esses quartos
tapetes sujos
e as janelas
vidros quebrados
olhe aqueles olhos
aqueles olhos negros
e no espelho
no espelho teu corpo vejo
as paredes brancas
espere por mim
espere
espere por mim
prostitutas
travestis
face a face
beije-me cowboy
raspe suas pernas
pegue meu quadril
ame-me
beije-me cowboy
ame-me, beije-me
ame-me, mas puxe o gatilho
sábado, 16 de outubro de 2010
Deixa amanhecer...
Quem Vai Limpar O Quarto De Gregor Samsa?
Dance Of Days
Composição: Nenê AltroNão vou mais me levantar.
Não vou mais tentar
pois sempre acordo sem lembranças
tentando dizer que nada mais vai me machucar.
Nada mais vai me fazer acreditar
ser capaz de mudar, então deixa amanhecer...
Deixa outra vez sem saber porquê
Deixa outra vez sem saber...
Tentaram dizer que o garoto deveria viver
sem lhe avisar que não lhe deixariam portas
pra sair de seu quarto nem janelas.
Não vou mais insistir.
Não vou mais tirar de mim
a maquiagem borrada
e este gosto que não sabe parar.
Não vou mais tentar fingir ser forte e sorrir
quando nada mais me satisfaz...
então deixa amanhecer...
Deixa outra vez sem saber porquê
Deixa outra vez sem saber...
Tentaram dizer que o garoto
deveria correr sem parar.
Mas como correr se lhe arrancaram as pernas?
Como escapar?
domingo, 22 de agosto de 2010
quinta-feira, 22 de julho de 2010
Música: Sol Gabbeta.
Sol Gabbeta é uma violoncellista argentina, com um toque encantador na música. Estive em outro blog, falava algumas coisas de artes e música, e então me interessei por esse vídeo. Nele, ela toca Dolcissimo & Fortissimo do “The Book” de Peteris Vasks. O lugar também é muito bonito, parece uma espécie de museu, ou algo parecido. Um dia eu alcanço essa mulher. E a Jaqueline Du Pré também! :p
terça-feira, 6 de julho de 2010
Tarefa de casa: ler o passado.
Fiquei meio chocada com certas coisas que escrevi. Eu não sabia que tinha escrito coisas tão fortes... coisas censuradas, venenosas, viciosas, pecadoras. Tinha de tudo. Eu não sabia o quanto eu tinha hormônios no meu corpo... Hoje estou numa época muito sussa. Coisas muito fortes vivi... nossa eu realmente era muito sensível e me odiava. Ou melhor dizendo, odiava tudo, e amava tudo... como o materialismo histórico. Eu era muito pequenina, e sentia muita coisa... nem consigo acreditar. Parece que minha pele se tornou mais dura e seca, apesar que hoje eu choro por qualquer banana. Adoro bananas =). Vendo malhação eu choro, ai que lindo. Mas voltando... muitos textos escrevi que se eu postasse aqui muita gente me odiaria, pensaria que eu fosse maluca, doida ou até pervertida. Bom, na época eu era, ou seilá, sempre fui. Mas é daquele jeito karoldiana. Não é em excesso; eu gostava muito do verde, da terra, dos quartos, dos lençóis, do céu e da lua, e relacionava tudo isso com uma metáfora sexual. Eu não sei o que eu tinha na mente, mas uma coisa é certa: escrever isso me trazia satisfação pessoal ou sexual. Eu não queria agir de tal forma; apenas sentir escrevendo o que meus versos aspiravam. Eu não era uma pessoa besterenta, e nem ficava desejando essas coisas. O que eu queria era poder escrever e sentir o que eu escrevia... mesmo que fossem textos de censura. Afinal, no meu caderninho de confissões ninguém, ou melhor dizendo, quase ninguém sabia o que estava escrito. Já leram um texto meu que falava sobre Prostituta, eu mesma me qualificando e falando das coisas que eu desejava. Era um texto altamente reflexivo, porém falava de coisas que ninguém teria coragem de falar. E eu axo que me expressei muito bem em relação ao que eu queria dizer... Quem sabe um dia eu não posto aqui, mesmo sabendo que levaria uns tapas depois. Ah, tem outro texto que me descreve quando eu vivia em Guarapuava. Cara, é tão bom lembrar de quem eu era, apesar de eu ser uma menina ingênua (ainda sou) e que só fazia os outros sofrerem. Foi tão bom lembrar de minhas antigas escrituras; consegui me sentir mais esperta e vivida. Mais madura, mais forte, mais inteligente, talvez. Porém, naquela época eu era mais pensativa. Mais solitária. Sofria mais, mas não pela solidão, mas por causa de meus próprios pensamentos, que me atormentavam e me faziam muito fechada e sofredora. É difícil explicar. Sou alguém mais aberta, hoje. Consigo ser mais livre ao falar com as pessoas... Sem minha história, sem tudo isso que eu passei - que na maioria foram coisas ruins - eu não seria quem sou hoje. Gosto de ser quem sou. Porém, eu gosto também de quem eu seria caso eu ainda morasse em Guarapuava. Eu sei quem eu seria. Mas eu não tocaria violoncello, nem namoraria aos 13 anos, e nem beijaria pela primeira vez aos 12; eu perderia a virgindade aos 18 e me formaria, faria matemática ou fonoaudiologia, seria uma boa goleira de futsal e com certeza viveria coisas muito parecidas com o que vivi na vida amorosa.
Quando começar o frio dentro de nós...
Tudo em volta parece tão quieto....
Tudo em volta não parece perto.
Toda volta parece o mais certo
Certo é estar perto sem estar...
Perto de você, sou tão perto de você, sou tão perto de você...
Quando o tempo não passar, dentro de nós...
Cada hora é como uma semana...
Cada novo alô é mais bacana...
Cada carta que eu nunca recebo...
É sempre um motivo pra lembrar
Sou tão perto de você (3x)
Vida amarga, como é doce a dor da palavra dita de tão longe, dita de tão longe, dita de tão longe...
Quando alguém se machuca, dentro de nós
Toda culpa parece resposta
Nossa busca não parece nossa
Nosso dia já não tem mais festa
Não tem pressa nem onde chegar
Sou tão perto de você
Quando a paz se anunciar, dentro de nós
É porque aquilo que nos cega, mostra um outro lado pra moeda
Que não paga as coisas do meu peito
O preço é me fazer acreditar
Sou tão perto de você
Vida amarga, como é doce a dor da palavra dita de tão longe, dita de tão longe, dita de tão longe
Quando a música acabar, dentro de nós...terça-feira, 29 de junho de 2010
Antes do fim...
Um pouco de música na minha vida, e em todas em que se considere 'vida'...
Talvez a letra dessa música não tenha sentido algum hoje, mas sinto que algum dia ela poderá ter
Por enquanto não tenho nenhuma interpretação definitiva certa dessa música, mas ela é linda... e esse clip é muito bom.